A bicharada
Foi-me pedido por email que divulgasse o seguinte apelo. Acho que faz todo o sentido. Isto está mesmo entregue à bicharada.
Título do email: ASAE - Pedido de demissão da presidente da Comissão OGMEnviar para: gmei@mei.gov.pt, gsecsd@mei.gov.pt, gsea@maotdr.gov.pt, sedrf@madrp.gov.pt, george@dgs.pt, correio.asae@asae.pt, mbdias@asae.pt, belem@presidencia.pt, rvieira@ps.parlamento.pt, ginestal@ps.parlamento.pt, clopes@ps.parlamento.pt, hantunes@ps.parlamento.pt, jalmeida@ps.parlamento.pt, jfao@ps.parlamento.pt, lferreira@ps.parlamento.pt, mjrodrigues@ps.parlamento.pt, antao@ps.parlamento.pt, cpoco@psd.parlamento.pt, velosa@psd.parlamento.pt, carloto@psd.parlamento.pt, mpalmeida@psd.parlamento.pt, nunocamarapereira@psd.parlamento.pt, hamaral@pp.parlamento.pt, francisco.lopes@ar.parlamento.pt, al@pcp.parlamento.pt
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Cuidado com os endemoinhados da moirama
Diz sua Revª Excia D. Policarpo, Cardeal e Patriarca, que a cultura católica lusitana no tratamento das mulheres é que é a boa e a certa e de que devemos de ter mui «... cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam».
É por estas e por outras é que as outras Igrejas se vão enchendo e a ICAR se vai esvaziando. Asnos!
Não lhe fazerem a ele um édito os muçulmanos por heresia e blasfémia e já é uma sorte para ele e uma infelicidade para todos nós outros.
Leiam os comemtários nos artigos citados e compreederão porque é que esta merda de país não sai da cêpa torta e porque temos a trampa de governantes corruptos e nepotistas que temos. E estes são cidadãos “instruídos” e que até têm acesso à internet e tudo. Ai! Quanta tristeza!
ANTENAS E TELEMÓVEIS - Radiações poderão ser perigosas
AVISO A LÊR COM ATENÇÃO!
Embora não haja razões para alarme, as radiações emanadas por telemóveis e antenas suscitam algumas cautelas. Através de um conjunto de recomendações, elaborado pelo coordenador do grupo interministerial encarregue de estudar o assunto, ficamos a saber , por exemplo, que telemóvel não rima com automóvel , que oferecer um telemóvel a uma criança é um erro, ou que, apesar de algumas promessas, não há produtos milagrosos que reduzam os riscos de radiações.(...)
Ouça um bom conselho…
Convidam-se todos os consumidores, nomeadamente as crianças, utilizadoras de telemóveis, a limitarem a sua utilização às comunicações verdadeiramente necessárias. As crianças de hoje vão estar mais expostas, ao longo de toda a sua vida, às radiações dos telemóveis do que os adultos, os quais iniciaram a sua utilização numa idade já mais avançada. O uso prolongado de telemóveis por parte das crianças (sobretudo antes da adolescência) deve ser desencorajado pelos pais;
Encontrando-se a informação onde se encontra acho que é de levar em conta.
O que acontece hoje em dia: Educare.pt e na imprensa em geral.
Um caso hipotético!
Pois é, o nosso governo decidiu fazer uma lei do “divórcio fácil, rápido e barato”. Só é pena que não dê milhões. O casamento passa a ser um contrato com menos garantias do que o que fiz com a Vodafone, e os mais frágeis (neste caso eu, e na maior parte das vezes as mulheres) ficam sem qualquer protecção. Os filhos tornam-se oficialmente armas de arremesso entre os cônjuges (infelizmente já há tendência para isso mas até aqui uma entidade reguladora e independente intervinha, agora os pais que se organizem).Só para dar um exemplo, vou contar um caso hipotético: o meu.
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Porque o tema não está “morto”
One in 30 foetuses aborted for medical reasons is born alive, a 10-year study at 20 UK hospitals has found.
Most of these babies with disabilities were born between 20 and 24 weeks of pregnancy and all lived for no more than a few hours.
Anti-abortion campaigners said the figures in the British Journal of Obstetrics and Gynaecology study were likely to be the tip of the iceberg.
But abortion experts said such incidents were extremely rare.
Abortion rates
About 190,000 abortions take place annually in England and Wales. This is nearly a quarter of all pregnancies.
Most abortions are carried out on “healthy” foetuses for social reasons.
The study, however, looked at the outcomes of 3,189 abortions performed between 1995 and 2004 because the foetus had a disability of some kind.
It showed that 102 – or around one in 30 – were born alive.
A mim, às vezes, confrange-me a estupidez humana!
Questão do aborto não está fechada
Federação Portuguesa pela Vida exige «aconselhamento e acompanhamento» às mulheres antes da decisão de abortarO povo português foi chamado a pronunciar-se sobre a despenalização do aborto e a maioria votou «Sim». Porém, 48 horas após o encerramento das urnas, verificou-se que o partido que governa “mentiu por estratégia eleitoral” – defendeu esta manhã Isilda Pegado, Presidente da Federação Portuguesa pela Vida (FPV), numa conferência de Imprensa sobre o resultado do referendo.
Durante a campanha, dirigentes do Partido Socialista garantiram aos portugueses que com a pergunta a referendar “o aborto não seria liberalizado e, por isso, seria exigido “aconselhamento e acompanhamento às mulheres, a fixar na regulamentação da lei” – frisou.
Sócrates recusa vincular-se com prazos para legislar
«a legislação irá garantidamente prever um período de reflexão e sistemas de aconselhamento para quem quiser abortar»José Sócrates recusou ontem comprometer-se com prazos para legislar sobre a despenalização da interrupção voluntária de gravidez. E, quanto aos pormenores da regulamentação da lei, limitou-se a avançar que a legislação irá garantidamente prever um período de reflexão e sistemas de aconselhamento para quem quiser abortar no prazo (agora) legalmente permitido, ou seja, até às dez semanas de gestação.
Aborto: Não haverá aconselhamento obrigatório
O líder parlamentar socialista, Alberto Martins, afirmou esta terça-feira que não haverá aconselhamento obrigatório na lei para as mulheres que queiram abortar até às dez semanas, porque isso seria uma imposição «à revelia do resultado do referendo»Na sessão de abertura das jornadas parlamentares do PS, em Óbidos, Alberto Martins considerou que o resultado do referendo foi também uma vitória da banca da socialista e declarou: «ninguém fará a lei por nós».
«Não haverá naturalmente aconselhamentos obrigatórios, à revelia do que foi o mandato popular», frisou o líder parlamentar socialista.
Será que algum energúmeno dos que fez campanha activa e partidária pelo SIM pensou que o que se ia passar seria diferente?
Que o Partido Socialista ia em algum momento ser diferente do que sempre é?
Que as mentiras e as falsidades que expusemos e pelas quais argumentámos até à exaustão, não iam ser o Futuro que se avizinhava?
Porque não leram a Lei que estava em cima da mesa ANTES?
Será que pensam que isto não nos vai custar os olhos da cara?
E que não vai servir, mais uma vez, para nos empobrecer a todos e enriquecer somente mais alguns mercenários da Saúde, como há tantos exemplos?

Haja santa pachorra para aturar tanta gente inane e inepta.
Vá, que demos aos amigos e a muitos do Povo o desconto de REALMENTE e SINCERAMENTE terem acreditado que se iria passar algo de diferente que não a Coreiaficação ou Sinificação de Portugal no que toca ao aborto, e de que o Partido Socialista ia fazer diferente. Ah! Inocente ingenuidade.
Agora sempre quero vêr aquele advogado imbecil defensor do SIM no Prós & Contras a “obrigar” o Governo Socialista, Sócratista e Abortista a mudar uma linha no que sempre foram as suas intenções desde 1998.
O que diz a Lei e qual o objectivo da sua alteração…
Como parece que toda a gente manda bitates sem sequer tentar lêr o que diz a Lei em vigor e o que diz a Lei to be, deixo aqui algumas considerações de um leigo (i.e. não jurista) sobre o que eu leio na dita Lei.
read more / continua…E depois nós é que insultamos…
A Universidade Católica, que é um instrumento do NÃO, apresentou a espantosa sondagem de 16% de diferença para o SIM, pretendendo que as pessoas não votem. Temos que garantir todos os votos, porque em 1998 as sondagens davam a vitória ao SIM e depois tal não aconteceu, por um voto se ganha e por um se perde
afirmou Jerónimo de Sousa, num encontro realizado no Ginásio Atlético Clube, na Baixa da Banheira.
Tinha logo de ser nesta terra, com certeza!
O referendo e a matemática
Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?
Na verdade esta pergunta pode, e deve, ser avaliada como uma simples fórmula matemática booleana…
a AND b AND c AND d = R
... em que para o resultado ser Verdadeiro todos os componentes da mesma têm de ser verdadeiros.
É claro que se a primeiro for FALSO é difícil que alguém no seu perfeito juízo responda VERDADEIRO a qualquer das outras.
Assim, para responder em consciência e em verdade, responda se puder SIM a todas as perguntas:
- Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez
- realizada por opção da mulher
- nas primeiras dez semanas
- em estabelecimento de saúde legalmente autorizado
Eu respondi:
SIM + NÃO + SIM + SIM = NÃO
E você? Qual é o seu resultado?
Sobre a importância do pai…
Uma coisa não falada sériamente durante toda esta discussão sobre o Aborto a Pedido e por Opção Exclusiva da Mulher foi a questão dos Direitos de Paternidade do pai biológico.
Terá ele Direitos ou não?
read more / continua…A Lei que está prevista
O projecto de Lei do PS pode ser lido aqui.
Demais legislação e jurisprudência pode ser recolhida aqui.
Saliento, do projecto do PS as seguintes partes:
read more / continua…Quatro notícias interessantes
Mandatário pelo “Não” abandona campanha
Luís Vilas Boas, director do refúgio Aboim Ascenção, abandonou a campanha pelo NÃO. Luís Vilas Boas era uma das figuras principais na defesa do “Não” mas está contra a forma radical e partidarizada como está a ser feita a campanha.
in TSF Online
Lendo a notícia toda até ao fim fiquei sem perceber se saiu por causa disto ou do que diz no final. É que se saiu porque «Não posso permitir que se envolva uma instituição inteira, com 106 mulheres, numa opção que é puramente pessoal» é completamente diferente do que o título e o texto anterior dá a entender.
“Não” aceita aborto desde que seja «debaixo do tapete»
O constitucionalista Vital Moreira, em nome de quatro movimentos do “sim”, acusou hoje os defensores do “não” de aceitarem o aborto desde que seja «debaixo do tapete» ao proporem que as mulheres que abortem não sejam punidas.
in TSF Online
Deste senhor já não espero nada. É inacreditável as coisas que ele diz. A minha resposta a este senhor ja está dada há muito tempo.
«Mulheres em acção» acusa Sócrates de fazer «ultimato desesperado»
A associação «Mulheres em acção» acusou José Sócrates de fazer um «ultimato» em tom de desespero, ao dizer que, se o «não» vencer no referendo ao aborto, o PS não vai aprovar uma lei que penalize as mulheres que interrompam voluntariamente a gravidez com outras penas, que não a cadeia.
in TSF Online
Por aqui se vê a infâmia destes senhores. Já ontem no Prós & Contras foi bem perceptível o desconforto do SIM.
Custa-lhes a aceitar que haja outros NÃO que não seja a Igreja Católica Apostólica Romana e outros radicais de Direita, mas sim gente comum, com bom senso, e que quer realmente fazer a diferença; mesmo que seja gente do Partido deste senhor Sócrates que anda há anos a tentar a verdadeira DESPENALIZAÇÃO do Aborto para as mulheres que o praticam (e não para os agentes que ganham dinheiro à conta).
Custa-lhes que seja patente que a Sociedade Civil organizada, e com as verbas limitadissímas que tem, tenha conseguido, com o apoio e aconselhamento que deu, salvar da opção do aborto mais de 100.000 mulheres e crianças e que o Estado NADA TENHA FEITO. Nem sequer a sua obrigação de fazer cumprir a Lei, seja na sua parte repressiva (se é que existem a os tais 18.000 abortos ano que eles dizem) seja na sua parte de facilitador de IVGs.
Gostei ainda de ouvir ontem algo que não foi contestado por ninguém do SIM: A maior parte dos casos que foram a julgamento referem-se a abortos praticados após as 10 semanas. Isto é a demonstração cabal que a “nova” Lei não vai servir e ainda nem foi aprovada na especialidade.
Já ontem ouvi alguém do SIM num outro programa de televisão a dizer que em Portugal deveria ser como no resto da Europa, ABORTO LIVRE até às 12 semanas.
E que o ABORTO até devia ser era LIVRE por uma questão de LIBERDADE.
Incrível como os conceitos desta gente nova estão tão baralhados.
Eu acho que aqui o que querem é que nós sejamos do “mais avançado que há” e que a verdadeira aposta — já que uma das razões apontadas para esta LIBERALIZAÇÃO é a incapacidade do Estado de fazer cumprir a Lei vigente — será a LIBERALIZAÇÃO TOTAL DO ABORTO à lá U. S. of A.
Sócrates considera inconcebível que haja crimes não punidos
O primeiro-ministro considerou inconcebível que possam vir a existir crimes previstos no Código Penal que não sejam punidos. Em Lisboa, José Sócrates avisou ainda que se o “não” ganhar a 11 de Fevereiro, a lei manter-se-á como está.
in TSF Online
Para esta gema de prosa demagógica e de chantagem emocional sobre os indecisos nem há muitas palavras a dizer. Nota-se o desespero.
É que o homem apostou tanto nisto que agora tem medo das consequências políticas. Os portugueses nao são tão estúpidos assim e ainda sabem distinguir os actos de governação, e julgá-los, e um referendo sobre um tema específico.
Como é possível…
... que as mesmas pessoas que subscrevem este documento, em resposta a esta carta, sejam exactamente as mesmas que depois vimos ir fazer campanha e chamar nomes insultuosos a outros e em plena transmissão televisiva nacional. Quanta hipocrisia. Quanta hipocrisia.
Leia as questões expostas aqui. Imprima e divulgue.
Não se deixe iludir. O Aborto é um drama. A Liberalização do mesmo só adiciona mais um drama ao já existente.
Nem os mais acérrimos partidários do SIM conseguem garantir que:
- O Aborto clandestino irá acabar
- Não haverá mulheres a ser julgadas com ainda maior severidade por praticarem o Aborto clandestino
- Será possível garantir o cumprimento da Nova Lei já que a maior parte será feita em clinicas privadas e o exemplo espanhol é bem elucidativo das técnicas para furar a Lei
- Daqui a cinco ou sei anos não estarão a pedir a TOTAL LIBERALIZAÇÃO DO ABORTO baseando-se nos mesmo argumentos falaciosos que hoje já usam
Sim. Porque se houver esta LIBERALIZAÇÃO então não fará mais nenhum sentido que as que o praticarem fora da Lei não sejam julgadas exemplarmente e presas pelo máximo que a Lei permita.
A Porta Aberta
Porque o NÃO À LIBERALIZAÇÃO é feito por muita gente diferente — os Independentes pelo NÃO, entre outros — têm feito propostas de modificação desta Lei nos últimos OITO ANOS om vista concretamente à DESPENALIZAÇÃO DAS MULHERES QUE FAZEM ABORTO CLANDESTINO, e sempre recusadas pelo Partido Socialista.
Ponto final nos julgamentos das mulheres que abortam!
Defendemos que a mulher não deve ser sujeita a julgamento por ter sido forçada a abortar.
Defendemos um sistema que seja tolerante com a mulher e protector da vida humana.
Dizemos não ao aborto livre.Leia aqui a 2ª proposta de Lei, que foi apresentada por Maria do Rosário Carneiro na Assembleia da República (a primeira foi apresentada em Novembro de 2004), e que constituirá a base de trabalho para o pós-referendo, se o NÃO ganhar.
Razões politico-partidárias do lado do SIM, incentivam o afastamento desta solução.
Entendemos que o problema do aborto não deve transformar-se numa batalha partidária. Não estamos a fazer política. Estamos a defender Direitos. Os nossos Direitos.
Nesta linha as recentes declarações do sr Primeiro Ministro, ou deverei dizer a chantagem mafiosa e inadmissível, são no sentido de OU GANHA O SIM OU NÃO MEXEM NUMA LINHA DA LEI...
E aqui fica a nossa perplexidade??!
Mas então eles não querem é acabar com as mulheres presas?
Parece bem que não e que o que está escondido aqui é bem mais sórdido.
Marcha pela Vida em Setúbal
Como já sabem dia 3 de Fevereiro é o dia da Marcha pela Vida em Setúbal.
Façam o download do cartaz e do croqui para se chegar ao local da concentração (Igreja de S. Paulo em Setúbal). No croqui, tomar atenção à saída da auto-estrada A12: ao ver os semáforos, começar a encostar o mais à direita possível.
Estarão disponíveis T-shirts “Uff! Já passei das 10 semanas” a € 3,00 e um kit, que inclui a T-shirt e um panamá, ao preço total de € 5,00
Marcha pela Vida em Lisboa
A realidade da Caminhada pela Vida em Lisboa, mais de 20.000 pessoas em festa neste dia 28 de Janeiro de 2007 que vai ficar p’ra história!
Uma realidade que os media não “viram”... só os agentes da PSP a quem fomos perguntando ao longo da caminhada é que falavam de 25.000 a 30.000 pessoas!
E isto não são os partidos políticos a arregimentar “soldados”!
Porque não é só nas campanhas dos outros que as televisões não estão nem vêem.
Por manifesta falta de tempo…
Os meus comentários ainda não referenciados aqui estão nestes blogs:
- IVG / Aborto, no Brocas Vetus
- IVG, no Blog do Felisberto
- Discussão em redor do Referendo, no Banheirense
- Comentário ao artigo “Ajuda-me a Votar” de Isabel Nery, na revista Visão On-Line
- Sim para acabar com a prisão, no Huum e tal… NÃO (ao aborto)
- Palha a palha, no Que Treta
- Interrupção Voluntária da Sensatez, no Que Treta
Deve haver mais mas não me lembro e ainda não aparecem no Google. Podem até não interessar para nada mas aqui fica na mesma, até para a minha memória futura.
As minhas outras opiniões já estão mais ou menos transpostas para este blog.
Palha a palha
Ora aqui é que o Ludwig toca na Verdadeira questão primária, já que na Verdade não estamos a falar da despenalização do Crime mas sim na possibilidade de um cidadão assassinar outro a coberto do Estado e de uma excepção à Lei geral que é a Constituição da República Portuguesa.
O artigo é tão bom que, em vez de me limitar a colocar uma ligação para o mesmo, o transcrevi na integra.
read more / continua…Pois é.. esqueceram-se foi das minudências
Portugal deverá acompanhar a maioria dos países europeus, despenalizando o aborto, a pedido da mulher, e facultando-lhe ainda a possibilidade e o direito de optar pela pílula abortiva RU 486:
- Faz-se através de um método menos invasivo;
- Permite uma maior privacidade à mulher;
- Põe fim às objecções dos que afirmam que os hospitais não têm condições para realizar as IVG’s solicitadas;
- É um método não cirúrgico – não requer anestesia – salvaguardando as mulheres dos riscos que ocorrem com os abortos cirúrgicos;
- Torna-se mais acessível – não requer o mesmo nível de especialização do aborto cirúrgico.
in Em Movimento Pelo SIM
Faltou foi porem lá esta partezinha sem nenhuma importância, claro está, mas, enfim, muito esclarecedora:
read more / continua…Achei piada…
... e os tiques e o estilo de discurso até está bem apanhado, e sem fazer grandes achincalhos ou chicana de baixo nível, o que é raro hoje em dia.
read more / continua…Interrupção Voluntária da Sensatez
Este artigo do Ludwig Krippahl vai mesmo de encontro ao que eu senti ao vêr o outro debate de ontem na Televisão Pública. Cada dia aquela porcaria de televisão está pior e mais instrumentalizada pelo poder vigente.
Do pouco que vi irritou-me a sobranceria e agressividade gratuita da menina do Bloco e foi bastante elucidativa a posição pró Liberalização Total do IVG do outro senhor advogado do qual nem retive o nome.
Devo dizer que o outro advogado—do qual eu também não fixei o nome que eu não sou faccioso nessas coisas de memória para nomes—me surpreendeu, e muito, pela positiva.
A minha opinião geral da coisa já está escrita por isso falo à vontade.
read more / continua…O aborto e a chiclete
Não sei bem porquê mas esta música faz-me lembrar a questão da Liberalização do Aborto!
A letra está aqui no iPato.org, e o som veio da Caixinha de Músicas.
Caros amigos
Passei aqui parte desta “carta” que me chegou via amigo de amigo de amigo.
read more / continua…Nathanson: O rei do aborto vira contra
Se este homem é contra como é que pode haver gente a favor?
Muitos leitores conhecem em grandes traços a história do Dr. Nathanson. Em 1969 fundou com outras pessoas a Associação Nacional para a Revogação das Leis contra o Aborto (conhecida pela sigla NARAL. Quando mais tarde adotou o nome de Liga Nacional de Ação pelos Direitos Reprodutivos e do Aborto – National Reproductive and Abortion Rights Action League –, a sigla manteve-se). Foi Diretor do Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual de Nova York, que na época era a maior clínica de abortos do mundo.
continua aqui…
O Aborto e a Hipocrisia da Esquerda
Não posso deixar de citar aqui o excelente artigo de Jacinto Lucas Pires, publicado no passado dia 1 de Dezembro no DN:Já se sabe que a questão do aborto é “complexa”, “transversal” e que as habituais cartilhas políticas não bastam para indicar respostas. Ainda assim, devo dizer que estranho muito não haver, à esquerda, mais defensores do “não” no referendo. De facto, e tirando talvez alguns dos chamados católicos progressistas, não se vê ninguém.
continua aqui…
Paris, séc XXI: Já chega!

No Domingo passado milhares de manifestantes desfilaram em Paris contra a prática continuada do aborto a pedido. Todos os anos esta manifestação se repete. Este ano o slogan era: “30 anos, já basta!”, aludindo aos 30 anos da Lei Veil.Os manifestantes, cerca de 15.000 segundo os organizadores e entre os quais se contavam várias famílias com crianças, observaram cinco minutos de silêncio «em homenagem às crianças que não têm a oportunidade de viver».
Desfilando pelas ruas de Paris atrás de uma longa faixa onde se lia «Pelo respeito pela vida», vários manifestantes brandiram cartazes brancos com as inscrições: «salvemos os bebés por nascer», «não os matem» e «sem crianças não há reformas».
in Conversas Vadias
Para facilitar…
... e como este blog não é exclusivo da defesa do NÃO a este Referendo da Liberalização do Aborto a Pedido coloquei todos os artigos a ele referentes numa nova categoria que pode ser acedida rápidamente clicando no menu superior no texto “Aborto NÃO”.
Visite também a nossa listagem de Blogues do NÃO e se souber de outros, mesmo que não exclusivistas do tema, envie-nos o link para o nosso email que se encontra na barra lateral direita.
Diferenças e legalices
Ontem dizia-se que o direito penal não serve para impor uma moral. Concordo. Explicou-se que é por esse motivo que não é crime a tentativa de suicídio. Não será exactamente esse o fundamento, mas concordo.
Devo, porém, acrescentar alguns pontos.
A tentativa de suicídio não é crime. Mas auxiliar alguém a suicidar-se já é crime. E sabem porquê?
Porque, e muito simplificadamente, se alguém se tenta suicidar está a pôr em causa a sua própria vida. Se alguém ajuda outrem a cometer suicídio está a atentar contra a vida de um terceiro.
E é por isso que a explicação não colhe para justificar a não criminalização do aborto.
O aborto é e tem de ser um crime porque o embrião é um ser humano (não é uma coisa, como disse a Lídia Jorge). E ninguém, mas mesmo ninguém, pode arrogar-se de um direito a livremente acabar com a vida de outro ser humano.
Que mundo é este em que se defende que a mãe tem direito a – porque sim, porque não dá jeito ser mãe, porque a carreira profissional se torna mais complicada, porque um filho é uma maçada – aniquilar um bebé? Que mundo é este que estão a querer construir, esquecendo-nos da responsabilidade que faz parte integrante do modo de ser pessoa?
in Blogue do Não
Ora é isto que eu também acho. Para quem pratica o aborto (a mulher), e no caso de se provar que não o fez como mero contraceptivo depois de umas noitadas de patuscada, não deve existir pena mas sim, como no caso dos toxicodependentes, um acompanhamento médico. Mas para quem o facilita (medicos, parteiras, sapateiros, deputadas da nação) a pena deve ser, à semelhança dos traficantes de droga, exemplar e verdadeiramente dissuadora da prática do crime.
INACEITÁVEL. IMORAL.
Acho obscena, assim mesmo: obscena, a utilização de crianças e adolescentes em programas como o Prós & Contras de ontem para falarem ou se manifestarem sobre o aborto. Tal me parece ser da mesma exacta natureza que o inquérito sobre os costumes sexuais dos pais, que tanta condenação suscitou e bem. Antigamente, no tempo em que os animais falavam, havia uma regra deontológica dos jornalistas que impedia entrevistas a menores sobre estes temas. Caducou?
Pacheco Pereira, via Blogue do Não
A Falsa Questão… e a Mentira.
Porque toda esta questão da DESPENALIZAÇÃO é uma inverdade, deixo aqui a Lei actual e sublinho só duas partes:
Artigo 142.º
Interrupção da gravidez não punível1 – Não é punível a interrupção da gravidez efectuada por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida, quando, segundo o estado dos conhecimentos e da experiência da medicina:
a) Constituir o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
b) Se mostrar indicada para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida e for realizada nas primeiras 12 semanas de gravidez;
Entendam que esta latitude dada actualmente pela Lei em relação aos problemas psiquicos é de tal maneira lata que, se o Estado fizer a sua obrigação e proceder céleremente na análise dos casos, DOZE SEMANAS são bem mais do que DEZ SEMANAS. read more / continua…
Aborto Obrigatório está posto em causa!
Humorista garante: não haverá aborto obrigatório em caso de vitória do “Sim”
Ficamos todos um pouco mais descansados já que, em caso de vitória do “Sim”, segundo Ricardo Araújo Pereira (que ao que parece estava mesmo a falar a sério): “quem não deseja interromper a gravidez pode continuar a não interromper a gravidez”
Fica portanto para já colocada de parte a possibilidade de introdução em Portugal do aborto obrigatório, uma prática progressista adoptada em alguns paraísos de extrema-esquerda.
in O Insurgente
O resultado é este…
As imagens deste slideshow são chocantes
Por isso se é impressionável por favor NÃO CLIQUE para vêr.
Optei por mostrá-las porque é disto que falamos quando falamos de Interrupção Voluntária da Gravidez até às 10 semanas.
Sim! Sim! SIM!
Falta-me o tempo para o artigo baseado nos comentários que tenho feito em vários sítios e mais algumas coisas que não estão escritas.

Assim, e em jeito de desculpa, aqui ficam mais alguns artigos a lêr feitos por gente de qualidade. – World ranking of life-friendly countries
Sobre uma ideia de uma ideia de Agostinho da Silva – Os governantes portugueses e a solução final
Sobre o relatório “Abortion policies – a global review”, United Nations, June 2002 – O aborto e o abandono
Será a Liberalização do Aborto a solução para o abandono das mulheres grávidas? – Governo promove o SIM…
Sobre os marketings encapotados. Neste outro artigo também tem uma explicação, pelo menos bem divertida: It’s all in the marketing – Debate sobre o referendo ao aborto em Penafiel
Sobre o recente debate ocorrido em Penafiel e de como os fetos não são carros de brinquedo. – Em estabelecimento de saúde legalmente autorizado…
Sobre a inaceitável impunidade dos criminosos neste país e de como esta partidocracia nacional está realmente podre e fede. – Imbróglio
O cérebro e a consciência como identificativos do ser ou não.
Espero ter deixado alguma literatura de interesse que sirva, pelo menos, para pôr em questão as ideias feitas. Muito mais haverá e escrito só nestes últimos dias mas de momento o tempo não dá para mais.
O laxismo e a preguiça
Marcelo Rebelo de Sousa fala sobre a actual Lei e a forma como foi sucessivamente ignorada por vários governos.
É importante que as pessoas o percebam. É o laxismo e a preguiça dos sucessivos governantes que tem feito com que a actual Lei não funcione. Não é tornando-a mais fraca que se resolve nada e os exemplos disso vêm-se constantemente em todo o horizonte jurídico nacional.
Dois meses e meio…
É bom que ouvissem bem este vídeo. Não é meu. Não fui eu que o fiz. Não foram as pessoas da campanha do NÃO que o fizeram.
Penso que ainda reconhecerão alguma credibilidade à National Geographic Society.
Uma curiosidade: Na 10ª semana o feto tem impressões digitais e que são as que o acompanharão pelo resto da Vida. Isto é aquilo que nos define e identifica como cidadãos únicos e irrepetíveis.
Mais pelo NÃO
O Ludwig Krippahl está imparável nos artigos, e todos interessantes. Deixo aqui mais dois antes de encerrar o expediente por hoje:
Contracepção e Aborto
Sobre a discussão em torno do problema de dar valor ao futuro de um ser: se assim for, temos que condenar tanto a contracepção e o celibato como condenamos o aborto.
Actividade cerebral
Sobre o argumento usado por alguns defensores do SIM: como o critério para determinar a morte é o fim da actividade cerebral, o critério para determinar quando começa a vida é o inicio da actividade cerebral
O valor da escolha
O artigo do blog Que Treta que dá pelo título O Valor da Escolha é seguramente um artigo muito interessante a lêr. O artigo Prioridades, Civilização… do Vida por Vida também é muito bom. Artigos assim é que o NÃO precisa para desmontar certas “Verdades” que andam muito propaladas por esta terra lusa.
E faço minhas as palavras do Ludwig Krippahl ao encerrar o seu artigo As razões de Vital Moreira:
No dia 11 vou ver se encontro o VM para votar no referendo dele. É que o meu é uma porcaria.
NÃO. Outra vez não!
Sempre que se fala em aborto a coisa descamba. De parte a parte o insulto torna-se fácil e a demagogia espreita. Cada lado acusa o adversário de toda a espécie de desvios e crimes intelectuais. Como mais uma vez me encontro do lado do NÃO, não sou observador neutro. Talvez, por isso, ache que desta vez o SIM exagerou! Não quer apenas convencer os portugueses da justeza da respectiva argumentação mas, imagino que por falta dela, pretende tornar extensiva a sua obsessão politicamente correcta à própria argumentação da contraparte.
Decreta, por exemplo, que não se pode falar sobre os custos do novo “direito ao aborto livre e a pedido até às dez semanas”. Porque isso é baixar o nível da discussão e trazer a sagrada questão do direito à vida para o nível das rubricas do défice. Ora uma coisa não tem nada a ver com a outra. Como economista recuso-me a olhar para uma opção desta natureza sem contabilizar também os recursos envolvidos. Se estivéssemos a nadar em dinheiro a lei seria boa? Claro que não. Mas isso não obsta a que, não o tendo, além de intrinsecamente má seja também política e economicamente escandalosa.
Passei boa parte dos últimos seis meses entre salas de espera e corredores hospitalares repletos de macas e doentes (daí a longa ausência nestas páginas). Vivi de perto o caos do nosso sistema de saúde. Participei activamente nele. Explicaram-me, numa farmácia hospitalar, que para conter os custos de algumas patologias “muito caras” se tinham feito novos acordos que impediam o uso das terapêuticas anteriores! Resultado: eu ainda “tinha sorte” mas os novos pacientes seriam já contemplados com novos fármacos. Vão curar-se na mesma. Nada a dizer, não fossem os danos “colaterais” resultantes de esses remédios serem por exemplo ministrados em doses únicas preparadas para pesos médios muito superiores aos dos doentes portugueses. A coisa só é assim porque o dinheiro não chega para tudo, não há mentes perversas empenhadas em minimizar o custo e maximizar os efeitos secundários. Estou a falar de doenças a que, caridosamente, o actual ministro rotula de “catastróficas!” Se a entidade reguladora quiser investigar… eu informo.
Não abdico do direito à indignação quando, neste quadro, vejo o ministro todo lampeiro a dizer que os abortos a pedido, porque são prioritários, serão devidamente pagos com os nossos impostos e facultados em tempo em clínicas privadas contratadas para o efeito. Ficassem eles sujeitos às listas de espera e seria ver as criancinhas a nascer “de termo”, bem antes de chegar a hora da intervenção para lhes pôr fim à vida…por Graça Franco in jornal O Público
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Porque sou pelo NÃO…
A minha opinião é tal e qual a do professor Marcelo Rebelo de Sousa.
Espero que desta vez os que me criticam e atacam, directa e indirectamente, percebam de uma vez por todas o que está em jogo e não se deixem iludir pelo marketing.
Porque sou pelo NÃO…
Sabia que:
Não há mulheres detidas pelo crime de aborto em Portugal.
Em 2005 realizaram-se 906 abortos legais em Portugal.
Em 2005 houve 73 casos, e não milhares, de mulheres atendidas na sequência de abortos clandestinos.
O número de abortos clandestinos está calculado em 1800 por ano.
62% dos abortos realizados em países europeus com legislação semelhante à pretendida em Portugal, são realizados por mulheres com rendimentos familiares superiores a 65.000 euros por ano.
6% dos abortos realizados em países europeus com legislação semelhante à pretendida em Portugal, são realizados por mulheres com rendimentos familiares inferiores a 7000 euros.
Em todo o mundo, o aborto sem invocar qualquer razão é permitido em 22 de um total de 193 países.
A pílula do dia seguinte é comercializada em Portugal desde 1999, sem necessidade de receita médica. É dispensada gratuitamente em centros de saúde desde 1 de Dezembro de 2005.
A taxa de natalidade em Portugal baixou para metade nos últimos 40 anos.
Em 2005, a média de filhos por casal foi de 1,5, tendo-se registado apenas 109.000 nascimentos, permanecendo abaixo do nível de renovação das gerações (2,1).
Em 2006, a Alemanha aprovou um incentivo à natalidade de 25 mil euros por cada nascimento.
in AssimNÃO
Porque sou pelo NÃO…
Porque não é a solução. Porque há outras soluções que não implicam matar. Porque há outras soluções que podem trazer uma Felicidade maior mesmo na tristeza.
Mãe biológica da criança de cinco anos [...], Adidina Porto, finalmente falou, numa entrevista exclusiva ao 24horas.Nunca pensou em abortar, [...] e diz mesmo que não sabe se «o desígnio daquela menina não era mesmo fazer uma família feliz como aquela onde ela está agora».
in Portugal Diário, aqui e cf. também aqui.



Muitos leitores conhecem em grandes traços a história do Dr. Nathanson. Em 1969 fundou com outras pessoas a Associação Nacional para a Revogação das Leis contra o Aborto (conhecida pela sigla 





















