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Welcome! Bem vindos!

Is there a real reason for this blog to be here? We don’t know yet, but we will keep you posted. Existirá alguma razão para este blog estar aqui? Ainda não sabemos mas iremos mantê-los informados.

ANTENAS E TELEMÓVEIS - Radiações poderão ser perigosas

AVISO A LÊR COM ATENÇÃO!

Embora não haja razões para alarme, as radiações emanadas por telemóveis e antenas suscitam algumas cautelas. Através de um conjunto de recomendações, elaborado pelo coordenador do grupo interministerial encarregue de estudar o assunto, ficamos a saber , por exemplo, que telemóvel não rima com automóvel , que oferecer um telemóvel a uma criança é um erro, ou que, apesar de algumas promessas, não há produtos milagrosos que reduzam os riscos de radiações.

(...)

Ouça um bom conselho…

Convidam-se todos os consumidores, nomeadamente as crianças, utilizadoras de telemóveis, a limitarem a sua utilização às comunicações verdadeiramente necessárias. As crianças de hoje vão estar mais expostas, ao longo de toda a sua vida, às radiações dos telemóveis do que os adultos, os quais iniciaram a sua utilização numa idade já mais avançada. O uso prolongado de telemóveis por parte das crianças (sobretudo antes da adolescência) deve ser desencorajado pelos pais;

Encontrando-se a informação onde se encontra acho que é de levar em conta.

O que acontece hoje em dia: Educare.pt e na imprensa em geral.

Um caso hipotético!

Pois é, o nosso governo decidiu fazer uma lei do “divórcio fácil, rápido e barato”. Só é pena que não dê milhões. O casamento passa a ser um contrato com menos garantias do que o que fiz com a Vodafone, e os mais frágeis (neste caso eu, e na maior parte das vezes as mulheres) ficam sem qualquer protecção. Os filhos tornam-se oficialmente armas de arremesso entre os cônjuges (infelizmente já há tendência para isso mas até aqui uma entidade reguladora e independente intervinha, agora os pais que se organizem).

Só para dar um exemplo, vou contar um caso hipotético: o meu.

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Convém não esquecer…

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Porque o tema não está “morto”

One in 30 aborted foetuses lives

Abortion is legal in Britain up to 24 weeksOne in 30 foetuses aborted for medical reasons is born alive, a 10-year study at 20 UK hospitals has found.

Most of these babies with disabilities were born between 20 and 24 weeks of pregnancy and all lived for no more than a few hours.

Anti-abortion campaigners said the figures in the British Journal of Obstetrics and Gynaecology study were likely to be the tip of the iceberg.

But abortion experts said such incidents were extremely rare.

Abortion rates

About 190,000 abortions take place annually in England and Wales. This is nearly a quarter of all pregnancies.

Most abortions are carried out on “healthy” foetuses for social reasons.

The study, however, looked at the outcomes of 3,189 abortions performed between 1995 and 2004 because the foetus had a disability of some kind.

It showed that 102 – or around one in 30 – were born alive.

A mim, às vezes, confrange-me a estupidez humana!

Questão do aborto não está fechada


Federação Portuguesa pela Vida exige «aconselhamento e acompanhamento» às mulheres antes da decisão de abortar

O povo português foi chamado a pronunciar-se sobre a despenalização do aborto e a maioria votou «Sim». Porém, 48 horas após o encerramento das urnas, verificou-se que o partido que governa “mentiu por estratégia eleitoral” – defendeu esta manhã Isilda Pegado, Presidente da Federação Portuguesa pela Vida (FPV), numa conferência de Imprensa sobre o resultado do referendo.

Durante a campanha, dirigentes do Partido Socialista garantiram aos portugueses que com a pergunta a referendar “o aborto não seria liberalizado e, por isso, seria exigido “aconselhamento e acompanhamento às mulheres, a fixar na regulamentação da lei” – frisou.

Sócrates recusa vincular-se com prazos para legislar


«a legislação irá garantidamente prever um período de reflexão e sistemas de aconselhamento para quem quiser abortar»

José Sócrates recusou ontem comprometer-se com prazos para legislar sobre a despenalização da interrupção voluntária de gravidez. E, quanto aos pormenores da regulamentação da lei, limitou-se a avançar que a legislação irá garantidamente prever um período de reflexão e sistemas de aconselhamento para quem quiser abortar no prazo (agora) legalmente permitido, ou seja, até às dez semanas de gestação.

Aborto: Não haverá aconselhamento obrigatório


O líder parlamentar socialista, Alberto Martins, afirmou esta terça-feira que não haverá aconselhamento obrigatório na lei para as mulheres que queiram abortar até às dez semanas, porque isso seria uma imposição «à revelia do resultado do referendo»

Na sessão de abertura das jornadas parlamentares do PS, em Óbidos, Alberto Martins considerou que o resultado do referendo foi também uma vitória da banca da socialista e declarou: «ninguém fará a lei por nós».

«Não haverá naturalmente aconselhamentos obrigatórios, à revelia do que foi o mandato popular», frisou o líder parlamentar socialista.

Será que algum energúmeno dos que fez campanha activa e partidária pelo SIM pensou que o que se ia passar seria diferente?
Que o Partido Socialista ia em algum momento ser diferente do que sempre é?
Que as mentiras e as falsidades que expusemos e pelas quais argumentámos até à exaustão, não iam ser o Futuro que se avizinhava?
Porque não leram a Lei que estava em cima da mesa ANTES?
Será que pensam que isto não nos vai custar os olhos da cara?
E que não vai servir, mais uma vez, para nos empobrecer a todos e enriquecer somente mais alguns mercenários da Saúde, como há tantos exemplos?

Haja santa pachorra para aturar tanta gente inane e inepta.
Vá, que demos aos amigos e a muitos do Povo o desconto de REALMENTE e SINCERAMENTE terem acreditado que se iria passar algo de diferente que não a Coreiaficação ou Sinificação de Portugal no que toca ao aborto, e de que o Partido Socialista ia fazer diferente. Ah! Inocente ingenuidade.

Agora sempre quero vêr aquele advogado imbecil defensor do SIM no Prós & Contras a “obrigar” o Governo Socialista, Sócratista e Abortista a mudar uma linha no que sempre foram as suas intenções desde 1998.

Dia 11 já sabem…

... e NÃO se esqueçam de botar a cruzinha, bem feitinha, no quadradinho do NÃO!

O que diz a Lei e qual o objectivo da sua alteração…

Como parece que toda a gente manda bitates sem sequer tentar lêr o que diz a Lei em vigor e o que diz a Lei to be, deixo aqui algumas considerações de um leigo (i.e. não jurista) sobre o que eu leio na dita Lei.

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E depois nós é que insultamos…

Camarada Jerónimo de SousaA Universidade Católica, que é um instrumento do NÃO, apresentou a espantosa sondagem de 16% de diferença para o SIM, pretendendo que as pessoas não votem. Temos que garantir todos os votos, porque em 1998 as sondagens davam a vitória ao SIM e depois tal não aconteceu, por um voto se ganha e por um se perde

afirmou Jerónimo de Sousa, num encontro realizado no Ginásio Atlético Clube, na Baixa da Banheira.

Tinha logo de ser nesta terra, com certeza!

O referendo e a matemática

Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?

Na verdade esta pergunta pode, e deve, ser avaliada como uma simples fórmula matemática booleana…

a AND b AND c AND d = R

... em que para o resultado ser Verdadeiro todos os componentes da mesma têm de ser verdadeiros.
É claro que se a primeiro for FALSO é difícil que alguém no seu perfeito juízo responda VERDADEIRO a qualquer das outras.

Assim, para responder em consciência e em verdade, responda se puder SIM a todas as perguntas:

  1. Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez

  2. realizada por opção da mulher

  3. nas primeiras dez semanas

  4. em estabelecimento de saúde legalmente autorizado

Eu respondi:

SIM + NÃO + SIM + SIM = NÃO

E você? Qual é o seu resultado?

Sobre a importância do pai…

Uma coisa não falada sériamente durante toda esta discussão sobre o Aborto a Pedido e por Opção Exclusiva da Mulher foi a questão dos Direitos de Paternidade do pai biológico.

Terá ele Direitos ou não?

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A Lei que está prevista

O projecto de Lei do PS pode ser lido aqui.
Demais legislação e jurisprudência pode ser recolhida aqui.

Saliento, do projecto do PS as seguintes partes:

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Outras sondagens

Sondagem Plataforma Não Obrigada e Centro de Sondagens da Univ Católica Portuguesa

Pode vêr o resto dos resultados da sondagem aqui.

Quatro notícias interessantes

Mandatário pelo “Não” abandona campanha
Luís Vilas Boas, director do refúgio Aboim Ascenção, abandonou a campanha pelo NÃO. Luís Vilas Boas era uma das figuras principais na defesa do “Não” mas está contra a forma radical e partidarizada como está a ser feita a campanha.
in TSF Online

Lendo a notícia toda até ao fim fiquei sem perceber se saiu por causa disto ou do que diz no final. É que se saiu porque «Não posso permitir que se envolva uma instituição inteira, com 106 mulheres, numa opção que é puramente pessoal» é completamente diferente do que o título e o texto anterior dá a entender.

“Não” aceita aborto desde que seja «debaixo do tapete»
O constitucionalista Vital Moreira, em nome de quatro movimentos do “sim”, acusou hoje os defensores do “não” de aceitarem o aborto desde que seja «debaixo do tapete» ao proporem que as mulheres que abortem não sejam punidas.
in TSF Online

Deste senhor já não espero nada. É inacreditável as coisas que ele diz. A minha resposta a este senhor ja está dada há muito tempo.

«Mulheres em acção» acusa Sócrates de fazer «ultimato desesperado»
A associação «Mulheres em acção» acusou José Sócrates de fazer um «ultimato» em tom de desespero, ao dizer que, se o «não» vencer no referendo ao aborto, o PS não vai aprovar uma lei que penalize as mulheres que interrompam voluntariamente a gravidez com outras penas, que não a cadeia.
in TSF Online

Por aqui se vê a infâmia destes senhores. Já ontem no Prós & Contras foi bem perceptível o desconforto do SIM.
Custa-lhes a aceitar que haja outros NÃO que não seja a Igreja Católica Apostólica Romana e outros radicais de Direita, mas sim gente comum, com bom senso, e que quer realmente fazer a diferença; mesmo que seja gente do Partido deste senhor Sócrates que anda há anos a tentar a verdadeira DESPENALIZAÇÃO do Aborto para as mulheres que o praticam (e não para os agentes que ganham dinheiro à conta).

Custa-lhes que seja patente que a Sociedade Civil organizada, e com as verbas limitadissímas que tem, tenha conseguido, com o apoio e aconselhamento que deu, salvar da opção do aborto mais de 100.000 mulheres e crianças e que o Estado NADA TENHA FEITO. Nem sequer a sua obrigação de fazer cumprir a Lei, seja na sua parte repressiva (se é que existem a os tais 18.000 abortos ano que eles dizem) seja na sua parte de facilitador de IVGs.

Gostei ainda de ouvir ontem algo que não foi contestado por ninguém do SIM: A maior parte dos casos que foram a julgamento referem-se a abortos praticados após as 10 semanas. Isto é a demonstração cabal que a “nova” Lei não vai servir e ainda nem foi aprovada na especialidade.

Já ontem ouvi alguém do SIM num outro programa de televisão a dizer que em Portugal deveria ser como no resto da Europa, ABORTO LIVRE até às 12 semanas.

E que o ABORTO até devia ser era LIVRE por uma questão de LIBERDADE.
Incrível como os conceitos desta gente nova estão tão baralhados.

Eu acho que aqui o que querem é que nós sejamos do “mais avançado que há” e que a verdadeira aposta — já que uma das razões apontadas para esta LIBERALIZAÇÃO é a incapacidade do Estado de fazer cumprir a Lei vigente — será a LIBERALIZAÇÃO TOTAL DO ABORTO à lá U. S. of A.

Sócrates considera inconcebível que haja crimes não punidos
O primeiro-ministro considerou inconcebível que possam vir a existir crimes previstos no Código Penal que não sejam punidos. Em Lisboa, José Sócrates avisou ainda que se o “não” ganhar a 11 de Fevereiro, a lei manter-se-á como está.
in TSF Online

Para esta gema de prosa demagógica e de chantagem emocional sobre os indecisos nem há muitas palavras a dizer. Nota-se o desespero.

É que o homem apostou tanto nisto que agora tem medo das consequências políticas. Os portugueses nao são tão estúpidos assim e ainda sabem distinguir os actos de governação, e julgá-los, e um referendo sobre um tema específico.