Este senhor espanhol já me enerva
Mas é que enerva mesmo. Ora ouçam lá esta conversa lamechas depois de nos insultar a todos:
“Eu tenho uma reputação de ser uma pessoa seca, dura, antipática e de ser vaidoso. Mas eu sou um sentimental”, observou, recordando as razões que o levaram a sair do país em 1993: “Fui tratado injustamente nesta nossa terra e sofria.”“Este país é o exemplo de algumas coisas negativas, mas é o meu país. Descobri, há pouco tempo, que a língua mais bonita do mundo é o português. Talvez por viver no estrangeiro, comecei a saborear as palavras e a reconhecer a sua beleza melódica”, salientou o escritor.
Vá mas é morrer longe. Papagaio de arribação. Soube viver encostado ao Partido do Colectivo enquanto pôde e depois desertou porque o “trataram mal”.
É preciso nem ter vergonha na cara. E Cuba? E os saneamentos nos sítios onde teve poder? Este tipo é, no fundo, um estalinista no seu pior.
Agora somos nós que somos “aborregados”. Se o somos então ele é um cobarde e um cagão, traidor pelo discurso integralista espanhol, e fujão. Se tivesse esta conversa e estivesse cá a lutar ainda era como o outro, agora lá de Madrid ou das Canárias a mandar bitaites.
E agora volta com a sua exposiçãozinha organizada por espanhóis e curvam-se todos à sua passagem… mas é só porque recebeu o Nobel, descanse.
Vá-se mas é lixar!
Ainda em relação ao artigo anterior…
... deixo-vos aqui o único ladrão, vigarista e oportunista deste nosso aprazível país à beira mar plantado.

Ajeitansos, Gangs, Bandos e Quadrilhas de Ladrões!
- O Clube Recreativo do Penteado sofreu grandes danos em consequência de uma explosão na caixa do multibanco;
- Um ex-Ministro das Obras-Públicas é administrador de uma empresa a quem adjudicou uma valiosa e leonina concessão;
- Em Alhos vedros há poucos dias nos semáforos, apontaram uma pistola e a pessoa ficou sem telemóvel e dinheiro;
- Outro ex-Ministro das Obras-Públicas, depois de ter passado pela GALP, fixou-se na EDP;
- O financiador do BOAVISTA, afinal é mais um vigarista;
- Um ex-Ministro da Presidência, Justiça e Defesa mais um Secretário de Estado e um ex-Ministro-Adjunto, ajeitaram-se no BCP;
- No país são roubados em média 65 carros por dia;
- Uma ex-Ministra das Finanças e um Ministro da Presidência e da Defesa ajeitaram-se no SANTANDER;
- Um ex-Ministro das Finanças e Secretário de Estado Adjunto do 1º Ministro, ascendeu às mais altas responsabilidades na IBEDERDROLA, PRISA/MÉDIA CAPITAL;
- Ontem houve tentativa de assalto aos CTTs na Moita;
- Um Secretário de Estado da Energia foi para a REN a privatizar;
- A Policia Judiciária procura um ladrão solitário(*) de bancos;
- Com a conivência de Sócrates, a Banca não paga 150 milhões ao fisco ;
Acreditem que a lista nunca mais acaba – até mete medo ao susto este fartar de vilanagem.
Disto tudo, só o ladrão solitário de bancos(*) merece a minha simpatia.
Em directo, daqui.
Why Bother?
Why
bother? That really is the big question facing us as individuals hoping to do something about climate change, and it’s not an easy one to answer. I don’t know about you, but for me the most upsetting moment in “An Inconvenient Truth” came long after Al Gore scared the hell out of me, constructing an utterly convincing case that the very survival of life on earth as we know it is threatened by climate change. No, the really dark moment came during the closing credits, when we are asked to . . . change our light bulbs. That’s when it got really depressing. The immense disproportion between the magnitude of the problem Gore had described and the puniness of what he was asking us to do about it was enough to sink your heart.But the drop-in-the-bucket issue is not the only problem lurking behind the “why bother” question. Let’s say I do bother, big time. I turn my life upside-down, start biking to work, plant a big garden, turn down the thermostat so low I need the Jimmy Carter signature cardigan, forsake the clothes dryer for a laundry line across the yard, trade in the station wagon for a hybrid, get off the beef, go completely local. I could theoretically do all that, but what would be the point when I know full well that halfway around the world there lives my evil twin, some carbon-footprint doppelgänger in Shanghai or Chongqing who has just bought his first car (Chinese car ownership is where ours was back in 1918), is eager to swallow every bite of meat I forswear and who’s positively itching to replace every last pound of CO2 I’m struggling no longer to emit. So what exactly would I have to show for all my trouble?
by Michael Pollan, a contributing writer for the The New York Times Magazine, is the author, most recently, of “In Defense of Food: An Eater’s Manifesto”



















