E nós é que somos terroristas?
UM DIFUSO MAL-ESTAR
Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional.Nem todas as causas desse sentimento são exclusivamente portuguesas, na medida em que reflectem tendências culturais do espaço civilizacional em que nos inserimos. Mas uma boa parte são questões internas à nossa sociedade e às nossas circunstâncias. Não podemos, por isso, ceder à resignação sem recusarmos a liberdade com que assumimos a responsabilidade pelo nosso destino.
Assumindo o dever cívico decorrente de uma ética da responsabilidade, a SEDES entende ser oportuno chamar a atenção para os sinais de degradação da qualidade da vida cívica que, não constituindo um fenómeno inteiramente novo, estão por detrás do referido mal estar.
Download directo do documento da SEDES aqui
Já agora aconselho a leitura deste outro artigo do Batista Bastos (via O Surumbático)
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Ele há gentinha que enfim! Respondido, à letra, aqui e comentários seguintes.
Em todo o caso deixo aqui mais alguns comentários pessoais que faz sentido guardar para mais tarde recordar.
Se o censor foi o próprio autor do blog ainda é mais lamentável. Lamentável que o autor censure algo que seguia na linha da sua dúvida, pensava eu, e que por falta de tempo ficou a resposta assim meio côxa mesmo, mas que se achava mal poderia ter sempre comentado aqui mesmo a desproposição do meu comentário.
Lamentável porque já tinha comentado outros artigos antes nesse mesmo blog e até o tinha promovido[1][2], sendo sempre cordato e elogioso. Lamentável porque até já tinhamos trocado emails sobre outro assunto, pelo que não se estava aqui perante nada de trolliano ou assim tão off-topic. Enfim! Opções.
Mesmo assim, mais lamentável ainda é que certas pessoas sejam cada dia mais iguais a si mesmas, mais tentadas à censura prévia e ao insulto simples, manhoso, descontextualizado e a despropósito, espúrio e pseudo intelectual. Tão a despropósito que ficamos com a impressão segura que o censor é o próprio comentador.
E, claro, não esquecer o “dar a cara” e a categoria de “jornalista sério“, que justifica tudo, que dá validade e supremacia moral e permite fazer juízos de valor e até insultar os outros.
Pensei que com a idade uma certa modéstia lhe chegasse ao cérebro PeQuenino, mas parece que se deu o contrário e está cada dia pior. Paz à sua alma!
Comment by Mário da Silva — February 28, 2008 @ 3:21 am