Variações em torno de um atentado
Ontem, em cima do acontecimento, a senhora foi atingida por estilhaços de uma explosão e por dois tiros — um no pescoço e outro na cabeça — e por isso morreu num “ataque suicida”... não explicaram foi se o suicida estava dentro do carro que explodiu ou se deu um tiro na sua própria cabeça de seguida aos que deu na senhora, isto depois de ter feito explodir o dito carro. Ou se calhar, eram dois: o suicida do carro e o suicida da pistola, ou parece que afinal era um passante motorizado que disparou os tiros e explodiu, quem sabe se de raiva.
Quase um suicídio colectivo… mas terrorista foi com toda a certeza. Até porque assim convém.

Ainda ontem, já mais tarde, alguém supostamente da Al-Qaeda veio reinvidicar a coisa, embora não tenha usado NENHUM dos meios normais que a dita costuma usar.
A Al-Qaeda tem as costas mui largas — já quase que lembra a ETA e o ataque de Madrid/Atocha propalado pelo PP, curiosamente, em vésperas de… eleições.
Hoje, afinal a senhora parece que morreu foi de uma pancada que deu com a cabeça no carro onde vinha após ou antes da explosão — pelo que já nem se sabe se foi suicida ou um infeliz acidente, mas que foi terrorista foi de certeza.
Alguns contam uma estória diferente. Quem sabe a verdadeira. Mas que foi terrorista, talibã e Al-Qaeda, lá isso é não haverá nenhuma dúvida nas mentes jornalísticas nacionais e internacionais e investigativas locais.
O facto estranho de só sofrerem atentados os apoiantes ou candidatos relacionados com os opositores do grande amigo Pervez é que é estranho… pelo menos para mim. Mas eu sou um bocado desconfiado!
Será ele o grande líder da Al-Qaeda? Será ele um talibã? Será ele “os talibãs”?
Amanhã, veremos o ex-talvez-ainda-General Pervez Musharraf — mais um ditador, perdão, democrata e amigo do Ocidente Anglo-Saxónico — a declarar estado de sítio e a ficar no poder mais uns dez anos, como o democrata, perdão, ditador e também grande amigo, José Eduardo dos Santos. O que é preciso é estabilidade, claro.
E depois o Mugabe e o Khadafi é que são uns malandros.
Quanta PALHAÇADA!
Os Vendilhões do Templo e o Tratado de Lisboa
Sobre o “Tratado de Lisboa”; como nos venderam e porque não querem de todo que nós o referendemos:
Pelo MAR - Referendar o tratado
Tratado de Lisboa – O texto da discórdia
ARTIGO 2.º-B1. A União dispõe de competência exclusiva nos seguintes domínios:
d) Conservação dos recursos biológicos do mar, no âmbito da política comum das pescas
A nossa área económica exclusiva marítima é quase UM TERÇO do total da UE e agora a sua gestão passa para a competência exclusiva — e assim para a posse da maioria dos cidadãos — da UE nas suas votações por maioria. E esses não somos nós mas sim os alemães, franceses, polacos, ingleses, etc…
E isto é só sobre o Mar e os seus Recursos.
Ainda hão-de aparecer as outras coisas escondidas, podem crer.




















