A mim, às vezes, confrange-me a estupidez humana!
Questão do aborto não está fechada
Federação Portuguesa pela Vida exige «aconselhamento e acompanhamento» às mulheres antes da decisão de abortarO povo português foi chamado a pronunciar-se sobre a despenalização do aborto e a maioria votou «Sim». Porém, 48 horas após o encerramento das urnas, verificou-se que o partido que governa “mentiu por estratégia eleitoral” – defendeu esta manhã Isilda Pegado, Presidente da Federação Portuguesa pela Vida (FPV), numa conferência de Imprensa sobre o resultado do referendo.
Durante a campanha, dirigentes do Partido Socialista garantiram aos portugueses que com a pergunta a referendar “o aborto não seria liberalizado e, por isso, seria exigido “aconselhamento e acompanhamento às mulheres, a fixar na regulamentação da lei” – frisou.
Sócrates recusa vincular-se com prazos para legislar
«a legislação irá garantidamente prever um período de reflexão e sistemas de aconselhamento para quem quiser abortar»José Sócrates recusou ontem comprometer-se com prazos para legislar sobre a despenalização da interrupção voluntária de gravidez. E, quanto aos pormenores da regulamentação da lei, limitou-se a avançar que a legislação irá garantidamente prever um período de reflexão e sistemas de aconselhamento para quem quiser abortar no prazo (agora) legalmente permitido, ou seja, até às dez semanas de gestação.
Aborto: Não haverá aconselhamento obrigatório
O líder parlamentar socialista, Alberto Martins, afirmou esta terça-feira que não haverá aconselhamento obrigatório na lei para as mulheres que queiram abortar até às dez semanas, porque isso seria uma imposição «à revelia do resultado do referendo»Na sessão de abertura das jornadas parlamentares do PS, em Óbidos, Alberto Martins considerou que o resultado do referendo foi também uma vitória da banca da socialista e declarou: «ninguém fará a lei por nós».
«Não haverá naturalmente aconselhamentos obrigatórios, à revelia do que foi o mandato popular», frisou o líder parlamentar socialista.
Será que algum energúmeno dos que fez campanha activa e partidária pelo SIM pensou que o que se ia passar seria diferente?
Que o Partido Socialista ia em algum momento ser diferente do que sempre é?
Que as mentiras e as falsidades que expusemos e pelas quais argumentámos até à exaustão, não iam ser o Futuro que se avizinhava?
Porque não leram a Lei que estava em cima da mesa ANTES?
Será que pensam que isto não nos vai custar os olhos da cara?
E que não vai servir, mais uma vez, para nos empobrecer a todos e enriquecer somente mais alguns mercenários da Saúde, como há tantos exemplos?

Haja santa pachorra para aturar tanta gente inane e inepta.
Vá, que demos aos amigos e a muitos do Povo o desconto de REALMENTE e SINCERAMENTE terem acreditado que se iria passar algo de diferente que não a Coreiaficação ou Sinificação de Portugal no que toca ao aborto, e de que o Partido Socialista ia fazer diferente. Ah! Inocente ingenuidade.
Agora sempre quero vêr aquele advogado imbecil defensor do SIM no Prós & Contras a “obrigar” o Governo Socialista, Sócratista e Abortista a mudar uma linha no que sempre foram as suas intenções desde 1998.




















