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Welcome! Bem vindos!

Is there a real reason for this blog to be here? We don’t know yet, but we will keep you posted. Existirá alguma razão para este blog estar aqui? Ainda não sabemos mas iremos mantê-los informados.

Os sicários e a Democracia Local

Nos comentários de um blog de uns sicários da situação local as coisas mais uma vez encaminharam-se para a impossibilidade de se discutir o que quer que seja. Lá vão ter de ficar a discutir umbigalmente o tempo e pouco mais.

read more / continua…

O valor da escolha

O artigo do blog Que Treta que dá pelo título O Valor da Escolha é seguramente um artigo muito interessante a lêr. O artigo Prioridades, Civilização… do Vida por Vida também é muito bom. Artigos assim é que o NÃO precisa para desmontar certas “Verdades” que andam muito propaladas por esta terra lusa.

E faço minhas as palavras do Ludwig Krippahl ao encerrar o seu artigo As razões de Vital Moreira:

No dia 11 vou ver se encontro o VM para votar no referendo dele. É que o meu é uma porcaria.

NÃO. Outra vez não!

Sempre que se fala em aborto a coisa descamba. De parte a parte o insulto torna-se fácil e a demagogia espreita. Cada lado acusa o adversário de toda a espécie de desvios e crimes intelectuais. Como mais uma vez me encontro do lado do NÃO, não sou observador neutro. Talvez, por isso, ache que desta vez o SIM exagerou! Não quer apenas convencer os portugueses da justeza da respectiva argumentação mas, imagino que por falta dela, pretende tornar extensiva a sua obsessão politicamente correcta à própria argumentação da contraparte.
Decreta, por exemplo, que não se pode falar sobre os custos do novo “direito ao aborto livre e a pedido até às dez semanas”. Porque isso é baixar o nível da discussão e trazer a sagrada questão do direito à vida para o nível das rubricas do défice. Ora uma coisa não tem nada a ver com a outra. Como economista recuso-me a olhar para uma opção desta natureza sem contabilizar também os recursos envolvidos. Se estivéssemos a nadar em dinheiro a lei seria boa? Claro que não. Mas isso não obsta a que, não o tendo, além de intrinsecamente má seja também política e economicamente escandalosa.
Passei boa parte dos últimos seis meses entre salas de espera e corredores hospitalares repletos de macas e doentes (daí a longa ausência nestas páginas). Vivi de perto o caos do nosso sistema de saúde. Participei activamente nele. Explicaram-me, numa farmácia hospitalar, que para conter os custos de algumas patologias “muito caras” se tinham feito novos acordos que impediam o uso das terapêuticas anteriores! Resultado: eu ainda “tinha sorte” mas os novos pacientes seriam já contemplados com novos fármacos. Vão curar-se na mesma. Nada a dizer, não fossem os danos “colaterais” resultantes de esses remédios serem por exemplo ministrados em doses únicas preparadas para pesos médios muito superiores aos dos doentes portugueses. A coisa só é assim porque o dinheiro não chega para tudo, não há mentes perversas empenhadas em minimizar o custo e maximizar os efeitos secundários. Estou a falar de doenças a que, caridosamente, o actual ministro rotula de “catastróficas!” Se a entidade reguladora quiser investigar… eu informo.
Não abdico do direito à indignação quando, neste quadro, vejo o ministro todo lampeiro a dizer que os abortos a pedido, porque são prioritários, serão devidamente pagos com os nossos impostos e facultados em tempo em clínicas privadas contratadas para o efeito. Ficassem eles sujeitos às listas de espera e seria ver as criancinhas a nascer “de termo”, bem antes de chegar a hora da intervenção para lhes pôr fim à vida…

por Graça Franco in jornal O Público

Lêr o resto do artigo aqui.

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