Cacetismos, caceteiros e outros agentes
Em resposta a este comentário, de alguém que vamos presumir por defeito ser mesmo quem diz ser, e em resposta a um outro que foi mesmo feito por mim, só me resta a certeza de agora ter a confirmação de que certos “caceteiros” — alguns até anónimos — que por lá andam e por outros sítios são seus apaniguados e pássaro da mesma pena e que o fazem por vontade expressa dos seus mandantes.
A partir de hoje gravarei à parte todos os comentários que eventualmente faça nesse tipo de blogs encostados aos Poderes esmoleres do tachinho público para que se possa, a todo o tempo, verificar se a sua remoção foi devida a “cacetice” indecente da minha parte ou meramente ao facto de ser uma cacetada incómoda para os seus autores (aqui e aqui) ou para quaisquer outros viandantes desses blogs.
É que, ao contrário dos “caceteiros“ por encomenda que por lá andam; nós outros que também damos alguma cacetada temos uma identificação — mesmo que incógnita e sob pseudónimo por razões claras e evidentes de segurança—e escrevemos em outros sítios que são claramente nossos.
Não soubessemos nós de ameaças fisícas que já alguns receberam por se julgar que nos conheciam — não a mim, mas a outros — e de perseguições feitas a outros que ousaram opôr-se à sacro-santa madre partidocrata comunista da Moita e seguramente assinaríamos com o nosso nome sem receio.
O fascismo não acabou; só mudou de nome e de caras. Reformulou-se. Refinou-se. Diluiu-se na paisagem.
E os protagonistas de hoje são das mesmas cores dos que antigamente TAMBÉM usavam pseudónimos e andavam incógnitos ...
... e isso é que é VERDADEIRAMENTE TRISTE!



















