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Blog Action Day - Get Involved!

Welcome! Bem vindos!

Is there a real reason for this blog to be here? We don’t know yet, but we will keep you posted. Existirá alguma razão para este blog estar aqui? Ainda não sabemos mas iremos mantê-los informados.

Interrupção Voluntária da Sensatez

Este artigo do Ludwig Krippahl vai mesmo de encontro ao que eu senti ao vêr o outro debate de ontem na Televisão Pública. Cada dia aquela porcaria de televisão está pior e mais instrumentalizada pelo poder vigente.

Do pouco que vi irritou-me a sobranceria e agressividade gratuita da menina do Bloco e foi bastante elucidativa a posição pró Liberalização Total do IVG do outro senhor advogado do qual nem retive o nome.

Devo dizer que o outro advogado—do qual eu também não fixei o nome que eu não sou faccioso nessas coisas de memória para nomes—me surpreendeu, e muito, pela positiva.

A minha opinião geral da coisa já está escrita por isso falo à vontade.

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O aborto e a chiclete

Não sei bem porquê mas esta música faz-me lembrar a questão da Liberalização do Aborto!

A letra está aqui no iPato.org, e o som veio da Caixinha de Músicas.

Caros amigos

Passei aqui parte desta “carta” que me chegou via amigo de amigo de amigo.

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Nathanson: O rei do aborto vira contra

Se este homem é contra como é que pode haver gente a favor?

Dr. NathansonMuitos leitores conhecem em grandes traços a história do Dr. Nathanson. Em 1969 fundou com outras pessoas a Associação Nacional para a Revogação das Leis contra o Aborto (conhecida pela sigla NARAL. Quando mais tarde adotou o nome de Liga Nacional de Ação pelos Direitos Reprodutivos e do Aborto – National Reproductive and Abortion Rights Action League –, a sigla manteve-se). Foi Diretor do Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual de Nova York, que na época era a maior clínica de abortos do mundo.

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O Aborto e a Hipocrisia da Esquerda

Não posso deixar de citar aqui o excelente artigo de Jacinto Lucas Pires, publicado no passado dia 1 de Dezembro no DN:

Já se sabe que a questão do aborto é “complexa”, “transversal” e que as habituais cartilhas políticas não bastam para indicar respostas. Ainda assim, devo dizer que estranho muito não haver, à esquerda, mais defensores do “não” no referendo. De facto, e tirando talvez alguns dos chamados católicos progressistas, não se vê ninguém.

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sem palavras

Paris, séc XXI: Já chega!

No Domingo passado milhares de manifestantes desfilaram em Paris contra a prática continuada do aborto a pedido. Todos os anos esta manifestação se repete. Este ano o slogan era: “30 anos, já basta!”, aludindo aos 30 anos da Lei Veil.

Os manifestantes, cerca de 15.000 segundo os organizadores e entre os quais se contavam várias famílias com crianças, observaram cinco minutos de silêncio «em homenagem às crianças que não têm a oportunidade de viver».

Desfilando pelas ruas de Paris atrás de uma longa faixa onde se lia «Pelo respeito pela vida», vários manifestantes brandiram cartazes brancos com as inscrições: «salvemos os bebés por nascer», «não os matem» e «sem crianças não há reformas».

in Conversas Vadias

Para facilitar…

... e como este blog não é exclusivo da defesa do NÃO a este Referendo da Liberalização do Aborto a Pedido coloquei todos os artigos a ele referentes numa nova categoria que pode ser acedida rápidamente clicando no menu superior no texto “Aborto NÃO”.

Visite também a nossa listagem de Blogues do NÃO e se souber de outros, mesmo que não exclusivistas do tema, envie-nos o link para o nosso email que se encontra na barra lateral direita.

Vista & Linux - O par encantado…

Artigo muito bom no Linux Magazine, versão inglesa, de Fevereiro de 2007:

Vista and Linux
Linux compatibility issues with Windows Vista

Microsoft desrespeita e segue…

Acusado de desrespeitar regras anti-monopólio da UE

A queixa foi apresentada pelo Comité Europeu para a Interoperabilidade dos Sistemas (ECIS) e chega poucos dias do lançamento do Windows Vista (que foi hoje).

O ECIS alega que, com o novo sistema operativo, a Microsoft pretende promover a substituição do código HTML, enquanto código standardizado para a publicação de documentos na Internet, pelo XAML, que poderá potenciar a dependência da Microsoft e dos ambientes Windows Vista.

Os responsáveis do ECIS referem ainda que o Open XML, formato usado para diferentes formatos de documentos, foi criado para correr apenas no Office da Microsoft, noticia a Reuters.

Além de considerarem que a Microsoft desprezou as coimas e penalizações aplicadas pela Comissão Europeia num caso similar que remonta a 2004, o ECIS considera que a Microsoft pretende criar maior dependência entre os consumidores, e eliminar potenciais concorrentes, como o Linux.

Do ECIS fazem parte a Nokia, a IBM, a Sun Microsystems, a Adobe, a Corel, a RealNetworks e a Red Hat, entre outras empresas.

E em Portugal... foi o que se viu... e hoje com direito a vernissage na FNAC e tudo!

Outro artigo importante a lêr é o Ten things you should know about Windows Vista, no Mind Booster Noori.
No site DefectiveByDesign existe muito mais informação sobre o tema, assim como no BadVista.

Diferenças e legalices

Ontem dizia-se que o direito penal não serve para impor uma moral. Concordo. Explicou-se que é por esse motivo que não é crime a tentativa de suicídio. Não será exactamente esse o fundamento, mas concordo.
Devo, porém, acrescentar alguns pontos.
A tentativa de suicídio não é crime. Mas auxiliar alguém a suicidar-se já é crime. E sabem porquê?
Porque, e muito simplificadamente, se alguém se tenta suicidar está a pôr em causa a sua própria vida. Se alguém ajuda outrem a cometer suicídio está a atentar contra a vida de um terceiro.
E é por isso que a explicação não colhe para justificar a não criminalização do aborto.
O aborto é e tem de ser um crime porque o embrião é um ser humano (não é uma coisa, como disse a Lídia Jorge). E ninguém, mas mesmo ninguém, pode arrogar-se de um direito a livremente acabar com a vida de outro ser humano.
Que mundo é este em que se defende que a mãe tem direito a – porque sim, porque não dá jeito ser mãe, porque a carreira profissional se torna mais complicada, porque um filho é uma maçada – aniquilar um bebé? Que mundo é este que estão a querer construir, esquecendo-nos da responsabilidade que faz parte integrante do modo de ser pessoa?

in Blogue do Não

Ora é isto que eu também acho. Para quem pratica o aborto (a mulher), e no caso de se provar que não o fez como mero contraceptivo depois de umas noitadas de patuscada, não deve existir pena mas sim, como no caso dos toxicodependentes, um acompanhamento médico. Mas para quem o facilita (medicos, parteiras, sapateiros, deputadas da nação) a pena deve ser, à semelhança dos traficantes de droga, exemplar e verdadeiramente dissuadora da prática do crime.

INACEITÁVEL. IMORAL.

Acho obscena, assim mesmo: obscena, a utilização de crianças e adolescentes em programas como o Prós & Contras de ontem para falarem ou se manifestarem sobre o aborto. Tal me parece ser da mesma exacta natureza que o inquérito sobre os costumes sexuais dos pais, que tanta condenação suscitou e bem. Antigamente, no tempo em que os animais falavam, havia uma regra deontológica dos jornalistas que impedia entrevistas a menores sobre estes temas. Caducou?

Pacheco Pereira, via Blogue do Não

Do que se trata afinal?

A Falsa Questão… e a Mentira.

Porque toda esta questão da DESPENALIZAÇÃO é uma inverdade, deixo aqui a Lei actual e sublinho só duas partes:

Artigo 142.º
Interrupção da gravidez não punível

1 – Não é punível a interrupção da gravidez efectuada por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida, quando, segundo o estado dos conhecimentos e da experiência da medicina:
a) Constituir o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
b) Se mostrar indicada para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida e for realizada nas primeiras 12 semanas de gravidez;

Entendam que esta latitude dada actualmente pela Lei em relação aos problemas psiquicos é de tal maneira lata que, se o Estado fizer a sua obrigação e proceder céleremente na análise dos casos, DOZE SEMANAS são bem mais do que DEZ SEMANAS.

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