Interrupção Voluntária da Sensatez
Este artigo do Ludwig Krippahl vai mesmo de encontro ao que eu senti ao vêr o outro debate de ontem na Televisão Pública. Cada dia aquela porcaria de televisão está pior e mais instrumentalizada pelo poder vigente.
Do pouco que vi irritou-me a sobranceria e agressividade gratuita da menina do Bloco e foi bastante elucidativa a posição pró Liberalização Total do IVG do outro senhor advogado do qual nem retive o nome.
Devo dizer que o outro advogado—do qual eu também não fixei o nome que eu não sou faccioso nessas coisas de memória para nomes—me surpreendeu, e muito, pela positiva.
A minha opinião geral da coisa já está escrita por isso falo à vontade.
read more / continua…O aborto e a chiclete
Não sei bem porquê mas esta música faz-me lembrar a questão da Liberalização do Aborto!
A letra está aqui no iPato.org, e o som veio da Caixinha de Músicas.
Caros amigos
Passei aqui parte desta “carta” que me chegou via amigo de amigo de amigo.
read more / continua…Nathanson: O rei do aborto vira contra
Se este homem é contra como é que pode haver gente a favor?
Muitos leitores conhecem em grandes traços a história do Dr. Nathanson. Em 1969 fundou com outras pessoas a Associação Nacional para a Revogação das Leis contra o Aborto (conhecida pela sigla NARAL. Quando mais tarde adotou o nome de Liga Nacional de Ação pelos Direitos Reprodutivos e do Aborto – National Reproductive and Abortion Rights Action League –, a sigla manteve-se). Foi Diretor do Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual de Nova York, que na época era a maior clínica de abortos do mundo.
O Aborto e a Hipocrisia da Esquerda
Não posso deixar de citar aqui o excelente artigo de Jacinto Lucas Pires, publicado no passado dia 1 de Dezembro no DN:Já se sabe que a questão do aborto é “complexa”, “transversal” e que as habituais cartilhas políticas não bastam para indicar respostas. Ainda assim, devo dizer que estranho muito não haver, à esquerda, mais defensores do “não” no referendo. De facto, e tirando talvez alguns dos chamados católicos progressistas, não se vê ninguém.
Paris, séc XXI: Já chega!

No Domingo passado milhares de manifestantes desfilaram em Paris contra a prática continuada do aborto a pedido. Todos os anos esta manifestação se repete. Este ano o slogan era: “30 anos, já basta!”, aludindo aos 30 anos da Lei Veil.Os manifestantes, cerca de 15.000 segundo os organizadores e entre os quais se contavam várias famílias com crianças, observaram cinco minutos de silêncio «em homenagem às crianças que não têm a oportunidade de viver».
Desfilando pelas ruas de Paris atrás de uma longa faixa onde se lia «Pelo respeito pela vida», vários manifestantes brandiram cartazes brancos com as inscrições: «salvemos os bebés por nascer», «não os matem» e «sem crianças não há reformas».
Para facilitar…
... e como este blog não é exclusivo da defesa do NÃO a este Referendo da Liberalização do Aborto a Pedido coloquei todos os artigos a ele referentes numa nova categoria que pode ser acedida rápidamente clicando no menu superior no texto “Aborto NÃO”.
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Vista & Linux - O par encantado…
Artigo muito bom no Linux Magazine, versão inglesa, de Fevereiro de 2007:
Vista and Linux
Linux compatibility issues with Windows Vista
Microsoft desrespeita e segue…
Acusado de desrespeitar regras anti-monopólio da UE
A queixa foi apresentada pelo Comité Europeu para a Interoperabilidade dos Sistemas (ECIS) e chega poucos dias do lançamento do Windows Vista (que foi hoje).
O ECIS alega que, com o novo sistema operativo, a Microsoft pretende promover a substituição do código HTML, enquanto código standardizado para a publicação de documentos na Internet, pelo XAML, que poderá potenciar a dependência da Microsoft e dos ambientes Windows Vista.
Os responsáveis do ECIS referem ainda que o Open XML, formato usado para diferentes formatos de documentos, foi criado para correr apenas no Office da Microsoft, noticia a Reuters.
Além de considerarem que a Microsoft desprezou as coimas e penalizações aplicadas pela Comissão Europeia num caso similar que remonta a 2004, o ECIS considera que a Microsoft pretende criar maior dependência entre os consumidores, e eliminar potenciais concorrentes, como o Linux.
Do ECIS fazem parte a Nokia, a IBM, a Sun Microsystems, a Adobe, a Corel, a RealNetworks e a Red Hat, entre outras empresas.
E em Portugal... foi o que se viu... e hoje com direito a vernissage na FNAC e tudo!
Outro artigo importante a lêr é o Ten things you should know about Windows Vista, no Mind Booster Noori.
No site DefectiveByDesign existe muito mais informação sobre o tema, assim como no BadVista.
Diferenças e legalices
Ontem dizia-se que o direito penal não serve para impor uma moral. Concordo. Explicou-se que é por esse motivo que não é crime a tentativa de suicídio. Não será exactamente esse o fundamento, mas concordo.
Devo, porém, acrescentar alguns pontos.
A tentativa de suicídio não é crime. Mas auxiliar alguém a suicidar-se já é crime. E sabem porquê?
Porque, e muito simplificadamente, se alguém se tenta suicidar está a pôr em causa a sua própria vida. Se alguém ajuda outrem a cometer suicídio está a atentar contra a vida de um terceiro.
E é por isso que a explicação não colhe para justificar a não criminalização do aborto.
O aborto é e tem de ser um crime porque o embrião é um ser humano (não é uma coisa, como disse a Lídia Jorge). E ninguém, mas mesmo ninguém, pode arrogar-se de um direito a livremente acabar com a vida de outro ser humano.
Que mundo é este em que se defende que a mãe tem direito a – porque sim, porque não dá jeito ser mãe, porque a carreira profissional se torna mais complicada, porque um filho é uma maçada – aniquilar um bebé? Que mundo é este que estão a querer construir, esquecendo-nos da responsabilidade que faz parte integrante do modo de ser pessoa?
Ora é isto que eu também acho. Para quem pratica o aborto (a mulher), e no caso de se provar que não o fez como mero contraceptivo depois de umas noitadas de patuscada, não deve existir pena mas sim, como no caso dos toxicodependentes, um acompanhamento médico. Mas para quem o facilita (medicos, parteiras, sapateiros, deputadas da nação) a pena deve ser, à semelhança dos traficantes de droga, exemplar e verdadeiramente dissuadora da prática do crime.
INACEITÁVEL. IMORAL.
Acho obscena, assim mesmo: obscena, a utilização de crianças e adolescentes em programas como o Prós & Contras de ontem para falarem ou se manifestarem sobre o aborto. Tal me parece ser da mesma exacta natureza que o inquérito sobre os costumes sexuais dos pais, que tanta condenação suscitou e bem. Antigamente, no tempo em que os animais falavam, havia uma regra deontológica dos jornalistas que impedia entrevistas a menores sobre estes temas. Caducou?
Pacheco Pereira, via Blogue do Não
A Falsa Questão… e a Mentira.
Porque toda esta questão da DESPENALIZAÇÃO é uma inverdade, deixo aqui a Lei actual e sublinho só duas partes:
Artigo 142.º
Interrupção da gravidez não punível1 – Não é punível a interrupção da gravidez efectuada por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida, quando, segundo o estado dos conhecimentos e da experiência da medicina:
a) Constituir o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
b) Se mostrar indicada para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida e for realizada nas primeiras 12 semanas de gravidez;
Entendam que esta latitude dada actualmente pela Lei em relação aos problemas psiquicos é de tal maneira lata que, se o Estado fizer a sua obrigação e proceder céleremente na análise dos casos, DOZE SEMANAS são bem mais do que DEZ SEMANAS.
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Muitos leitores conhecem em grandes traços a história do Dr. Nathanson. Em 1969 fundou com outras pessoas a Associação Nacional para a Revogação das Leis contra o Aborto (conhecida pela sigla 
