Novo tipo de táctica de SPAM
Eu já tinha percebido que este novo estilo de SPAM se baseava numa técnica conhecida por social hacking muito semelhante aos virus do tipo do Y Love You e semelhantes que apelam à nossa intervenção.
Para despistar os sistemas de ANTI-SPAM dos blogs—que normalmente verificam os links no comentário e/ou colocam todos os novos posters em moderação somente no primeiro comentário colocado—estes comentários são elogiosos e aparentemente inofensivos.
Após o dono do blog ter autorizado um determinado utilizador/email a colocar comentários o SPAMbot irá colocar então outros comentários já não tão inofensivos.
RISING TO THE CHALLENGE: China’s Grand Strategy and International Security

RISING TO THE CHALLENGE is the second book in the Studies in Asian Security series sponsored by the East-West Center and published by Stanford University Press.China’s increasing economic and military capabilities have attracted much attention in recent years. How should the world, especially the United States, respond to this emerging great power? A sensible response requires not only figuring out the speed and extent of China’s rise, but also answering a question that has received much less attention: What is China’s grand strategy?
This book describes and explains the grand strategy China’s leaders have adopted to pursue their country’s interests in the international system of the 21st century. The author argues that their strategy is designed to foster favorable conditions for continuing China’s modernization while also reducing the risk that others will decide a rising China is a threat that must be countered. Why did China’s leaders settle on this grand strategy and what are its key elements?
What alternatives were available? Is the current approach yielding the results China anticipated? What does this grand strategy imply for international peace and security in the coming years—and, most critically, what are the prospects for an increasingly prominent China and a dominant United States to rise to the challenge of managing their inevitable disagreements?
by Avery Goldstein. Studies in Asian Security.
Stanford Univ. Press, 2005. 288 pp. Cloth, $55.00; paper, $22.95.
Available to purchase online at this location.
The Cult of Al Qaeda
Al Qaeda is a stew of toxic ingredients: rightwing fundamentalism, misogyny, anti-Semitism, nostalgia for empire, and a glorification of violence. It’s a cult, and most cults quickly collapse under the weight of their own foolish doctrines.
But some cults last longer when the leaders and recruiters of the cult can point to everyday events and say, “I told you so.”
And that’s what bin Laden and his followers have been able to do.
First, with the U.S. presence in Saudi Arabia. Then with the sanctions on Iraq. Always with the U.S. support for Israel’s brutal policies of occupation. And now with the invasion of Iraq, and the torture at Abu Ghraib, and the roundup of thousands of Iraqi men.
Bin Laden and his followers have an easy recruiting job.
I’m sure they can go to almost any Muslim capital in the world and find 100 people on any given day who will volunteer for a suicide mission.
That’s what we’re up against.
Bush says, simply, “the war on terror continues,” and doesn’t give a moment’s thought to U.S. policies that might be aiding the terrorist cause. “We will stay on the offense, fighting the terrorists abroad so we do not have to face them at home,” he said in his July 9 radio
address, oblivious to the fact that the London bombings put the lie to this rationale, at least as far as the people of Great Britain are concerned.
Now I don’t believe in caving in to terrorists. I hate Al Qaeda, and Al Qaeda hates me.
But I also don’t believe that the United States should continue pursuing immoral policies just because Al Qaeda opposes those policies.
The Iraq War is immoral.
The unconditional support that the U.S. gives Israel is immoral.
The United States should get out of Iraq and stop giving Israel a blank check not to appease Al Qaeda but because it’s the right thing to do.
Al Qaeda will continue on its bloody path, and it will find other excuses for its inexcusable, despicable actions.
But its appeal will diminish, and we’ll be the safer for pursuing decent policies.
por Matthew Rothschild – The Progressive Magazine
Chillout
Aoccdrnig to a rscheearch at an Elingsh uinervtisy, it deosn’t mttaer in waht oredr the ltteers in a wrod are, the olny iprmoetnt tihng is taht frist and lsat ltteer is at the rghit pclae. The rset can be a toatl mses and you can sitll raed it wouthit porbelm. Tihs is bcuseae we do not raed ervey lteter by itslef but the wrod as a wlohe.
What does Africa owe You?
Entire African countries are currently run, without the any pretense at hiding it, by US and European corporations.
Now we can add also China according to most recent news. I they have even less moral constraints than USA or EU countries in supporting war lords, corrupted governments or human rights infringers.
Read the rest of this interesting post at What does Africa owe You?
Architecture and other older professions…
The delicate balance between these factors helps explain why, for instance, the typical prostitute earns more than the typical architect. It may not seem as though she should. The architect would appear to be more skilled (as the word is usually defined) and better educated (again, as usually defined). But little girls don’t grow up dreaming of becoming prostitutes, so the supply of potential prostitutes is relatively small. Their skills, while not necessarily “specialized,” are practiced in a very specialized context. The job is unpleasant and forbidding in at least two significant ways: the likelihood of violence and the lost opportunity of having a stable family life. As for demand? Let’s just say that an architect is more likely to hire a prostitute than vice versa.
LEVITT, S.; DUBNER, S. – Freakonomics: A Rogue Econonomist Explores the Hidden Side of Everything. 1st ed. New York : William Morrow, 2005. ISBN 006-07-3132-X
Patentes de Software
Foi aprovada há minutos uma moção de rejeição no Parlamento Europeu no que toca à Directiva de Patentes de Software, com 648 votos a favor, 18 votos contra e 14 abstenções.
Mais informações assim que possível. Em termos legais, mantém-se a situação actual pelo que ainda não chegou a hora de baixar os braços.
Última hora!
Transcrevo abaixo a press release recebida da ANSOL:
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Parlamento Europeu diz não às patentes de software, sim à inovação
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Estrasburgo, 6 de Julho de 2005—O Parlamento Europeu decidiu hoje por uma larga maioria rejeitar a directiva de patentes de software. Esta rejeição foi a resposta lógica à recusa da Comissão de recomeçar o processo legislativo em Fevereiro e à falta de vontade do Conselho de entrar em qualquer diálogo com o Parlamento. A FFII congratula o Parlamento Europeu pelo seu claro “não” a uma má proposta legislativa, e a maus procedimentos legislativos.Isto é uma grande vitória para aqueles que têm lutado por assegurar que a inovação e a competitividade Europeia está protegida da ameaça das patentes de software e métodos de negócio. Marca o fim desta tentativa da Comissão Europeia de codificar em lei a prática similar à dos EUA do Instituto Europeu de Patentes. Acreditamos que o trabalho do Parlamento, em particular as 21 emendas de compromisso, providenciam uma boa base sobre a qual poderão ser construídos futuros projectos legislativos.
A rejeição providencia espaço para novas iniciativas baseadas em todo o conhecimento obtido durante os últimos cinco anos. Contudo, o facto de que a Posição Comum do Conselho necessitava de 21 emendas para ser transformada num bloco legislativo coerente, indica que o texto simplesmente não estava preparado para entrar em fase de Conciliação entre o Parlamento, Comissão e Conselho. Esperamos que a Comissão e o Conselho finalmente respondam às preocupações levantadas pelo Parlamento na próxima tentativa, de forma a evitar este tipo de coice no futuro.
Jonas Maebe, Membro da Direcção da FFII, comenta o resultado do voto de hoje:
“Este resultado claramente demonstra que através da análise, os cidadãos genuinamente preocupados e a informação factual têm mais efeito que gelados gratuitos, carradas de lóbistas pagos e ameaças encomendadas. Espero que esta reviravolta possa dar às pessoas uma nova esperança no processo de decisão Europeu. Também espero que incentive o Conselho e a Comissão a imitar o Parlamento Europeu no que diz respeito à transparência e à capacidade dos intervenientes directamente afectados de participar no processo de decisão não importa o seu tamanho.”
A FFII deseja agradecer a todas as pessoas que tomaram a oportunidade de contactar os seus representantes. Também agradecemos aos numerosos voluntários que generosamente deram o seu tempo e energia. Para além do Parlamento, esta também é uma vitória vossa.
Mais informações:
Gelados gratuitos pela patentabilidade
Lóbistas de patentes de software adicionam barcos ao seu arsenal (fotografias da Embarcação)
A discussão do PDM começa hoje!
Vamos a vêr se vou conseguir ir. É nos Paços do Concelho pelas 21:00, mas aquilo deve estar muito mortiço.
Até era muito engraçado que, às tantas, o povo fosse mais que muito e enchesse tanto a sala e pusesse tantas objecções que os políticos ficassem incomodados e adiassem esta discussão inoportuna, mas isto já é sonhar alto.
Venha lá e dê-nos uma ajuda. Quantos mais melhor.
Até breve.
Live 8
![]() | Fiquei um bocadinho desapontado até com a (falta) de qualidade da emissão portuguesa, mas que se há-de fazer. No LiveAid original a emoção foi outra e o destaque também.
Não gostei—embora acredite que foi com boa intenção—da exibição da menina, bonita por sinal, que se salvou como LiveAid… embora o Bob assegurasse que quando fizeram a filmagem do seu sofrimento antes do concerto da altura se ter sequer iniciado, ela só teria mais 10 (DEZ) minutos de vida. Afinal aguentou-se muito bem até receber a ajuda resultante do concerto LiveAid. Enfim! Pequenas incorrecções e populismos a que já nos vamos habituando. |
| Outros posts, quiçá bem mais produtivos e interessantes sobre o assunto, podem ser localizados no Technorati. |
Está fresco lá fora…
Gostei tanto deste artigo do Vitor que não resisti a copiá-lo na integra para aqui. Façam-lhe lá uma visitinha p’ra compensar.
Sou um tipo que até gosta de ser informado e de informar. Acredito também na palavra de honra, nos apertos de mão, na confiança. Acredito que existe mercado em Portugal para o Linux, OpenSource, novas tecnologias. Creio que falta massa critica empresarial nestas áreas, que daqui a algum tempo se tornarão critícas. Mas …
- Eduardo Moura – Temos de salvar o Governo!
“Ao fim de 100 dias, a verdade foi revelada aos portugueses.
Este Governo não só é normal como não tem nada de extraordinário. É apenas um Governo confrontado com uma maré de chatices e problemas e que, aqui e acolá, vai semeando umas belas asneiras. E quanto mais o tempo passar, mais as asneiras se irão acumular.
É pena. Porque o país apostou num mito para quatro anos e elegeu Sócrates como herói nacional. É uma grande desilusão ter durado tão pouco tempo. E ainda por cima quando ninguém ajudou o Governo a tropeçar nos próprios pés.”
- José Diogo Madeira – País, vende-se
“Deustche Bank veio dizer que, em 2025, a Espanha será uma nação mais rica que a Inglaterra e a Alemanha. Nós, com sorte, estaremos empatados com a Ucrânia. [snip] Um exemplo mais claro. Imagine que ganha 100 mil euros num qualquer sorteio da Santa Casa. O que vai fazer ao dinheiro? Abrir o seu próprio restaurante? Um franchising? Montar uma pequena empresa na área de serviços? Ah, sente-se cheio de confiança e quer arriscar! Muito bem, força, vá em frente. Comece por inscrever a sua empresa no RNPC, faça a escritura, inscreva-a nas Finanças. Trate de encontrar instalações, contratar os primeiros colaboradores, sair em busca dos fornecedores e dos clientes. Salte da cama todos os dias, enfrente o trânsito, combata as adversidades, os atrasos na entrega dos equipamentos, as dificuldades na cobrança de facturas, anime os empregados desmotivados… Que fascinante é, isto de ser empreendedor. Agora pense bem? Alguém lhe oferece um serviço de gestão de patrimónios que, embora com algum risco, lhe permite ganhar 10, 15 ou 20% ao ano. Capitalizável.Os seus 100 mil euros, em 20 anos, podem valer mais de três milhões de euros. Pois, mais vale pensar duas vezes! Se calhar é mais prudente agarrar-se ao seu actual emprego e ir construindo, discreta e comodamente, a sua fortuna pessoal. Sem chatices, complicações e provavelmente com menos risco do que se meter num negócio que pode dar para o torto e ainda o deixar endividado.”
- Fernando Sobral – Os candidatos e os clones
“As eleições autárquicas prometem ser uma espécie de festival de teatro político de pequena e média qualidade. Em primeiro lugar, porque escasseiam os subsídios estatais para que existam promessas de espectáculos de qualidade.
Em segundo, porque há candidatos que se arriscam a não saber manejar a pirotecnia que têm entre mãos e, assim, em vez de fazerem explodir os adversários, poderem rebentar o seu futuro político.”
- Pedro S. Guerreiro – O amador
“Campos e Cunha precipitou-se na sua sinceridade, desgastou politicamente a imagem de Sócrates mas até consolidou a sua: tinha sido honesto. Depois, o delicado caso da dupla reforma foi mal resolvido pelo ministro, que chamou os jornalistas num fim-de-semana para usar argumentos emocionais numa questão que pedia firmeza. Mais uma cavadela para a minhoca do mau político. Sobrava a segunda parte da fama: Campos e Cunha é um bom técnico.
Já não sobra.
O episódio da apresentação-justificação-correcção do Orçamento Rectificativo destruiu a imagem.”
António Esteves, Entre Vistas – À Beira do Abismo
“Já soaram no PS as campainhas de alarme. Em ano de autárquicas a actuação do Governo parece estar a delapidar um capital político que já estava desgastado o suficiente. O PS pode vir a ter uma derrota histórica, maior que a que levou António Guterres a sair, em estado de choque, da liderança do último governo socialista.”
... com estas noticias quentes, torna-se complicado acreditar numa visão de empreendorismo e de melhoria para Portugal. É que lá fora está-se mesmo bem!
Está mais fresquinho, não está?
Já sei … a culpa é da comunicação social! De certeza! ? ! ?
É que no governo de Cavaco Silva, não havia tantas noticias más, poça!
Tem piada que alguém muito recentemente me disse que nós—os da Moita—iríamos, a breve prazo e continuando as coisas assim, ser os Ucranianos do distrito. Gaita! Se Portugal todo vai ficar ao nível dos Ucranianos então a malta vai passar a ser o quê? Os Ucranianos dos Ucranianos… Ou se calhar os Romenos dos Ucranianos.
Pois é! Está fresquinho que se farta lá fora. Aqui até escalda…






















