PEDEPES ou nós por cá todos bem…
Tendo em conta que no outro dia vi um enorme outdoor perto de Coina a publicitar o PEDEPES decidi ir vêr o que de novo poderia dizer para justificar o investimento publicitário. Para lhe facilitar a vida e levá-lo logo onde quero e sem mais delongas, deixo aqui algumas instruções simples:
- Digite no seu browser preferido: www.pedepes.com
- Aguarde…
- Clique em Clique para entrar
- Clique no menu esquerdo Versão Síntese e leia atentamente…
- Clique em Medidas Estruturantes e leia atentamente…
- Clique em Projectos Estratégicos e leia atentamente…
Ora após cuidada reflexão só nos resta dizer que na feitura do PEDEPES certas câmaras municipais devem ter ido a banhos antecipados porque de outra forma não se entende muito bem e acho que já não tenho mais nada a acrescentar.
A despedida de Álvaro
Não sendo comunista acho que a minha opinião não diferirá, na sua essência, da expressa n’A Capital por Luís Osório e que transcrevo:
Serei um dos muitos milhares que hoje estarão na despedida a Álvaro Cunhal. Não o faço por achar que devo prestar homenagem à sua coerência, mas por ter colocado os ideais em que acreditava à frente da sua vida. Numa altura em que tantos políticos sacrificam o serviço público em função das suas ambições pessoais e em que quase todos são incapazes de arriscar a sua carreira quanto mais a vida, acho que devo juntar-me aos milhares que hoje estarão na despedida ao «filho adoptivo do proletariado». read more / continua…
Liguei para a polícia…
No outro dia, quando me ia deitar, notei que havia pessoas dentro da minha garagem, a roubar coisas. Liguei para a polícia, mas disseram-me que não havia ninguém por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível. Desliguei.
Um minuto depois liguei de novo:
—Olá – disse eu – Liguei há bocado porque estavam pessoas na minha garagem. Já não é preciso virem depressa, porque eu matei-os. Passados alguns minutos, estavam meia dúzia de carros da polícia na área, uma ambulância e uma unidade do INEM.
Apanharam os ladrões em flagrante.
Um dos polícias disse-me:
—Pensei que tivesse dito que os tinha morto, homem!
Ao que eu respondi:
—E eu pensei que me tivessem dito que não havia ninguém disponível…
nota: isto não é meu, nem sei de quem é, chegou-me por mail; mas é muito interessante e lembra-me muitas outras coisas.




















